Circus is back

•Julho 7, 2009 • Deixe um comentário

montypython

Os magníficos vão voltar, apesar de ser sem Cleese. Os actores britânicos vão participar num concerto comemorativo dos 40 anos do Monty Phyton Flying Circus em Outubro, anuncia aqui a BBC. Data que até se encontra com a do 20º aniversário da morte do 6º elemento: Graham Chapman.

A série de humor foi para o ar pela primeira vez dia 5 de Outubro de 1969. Deixou de ser transmitido em 1974. Eric Idle, Michael Palin, Terry Jones e Terry Gilliam vão aparecer na estreia do musical Not the Messiah (He´s a very Naughty Boy), espectáculo baseado no filme A Vida de Brian.

Está também a ser preparado um documentário para  ser emitido na data e que será posteriormente lançado em DVD. And long live the Phyton!

Can’t stop waching

•Julho 6, 2009 • Deixe um comentário

O tema não é genial, até porque parece que os meninos Franz Ferdinand estão mesmo decididos a tender mais para o pop e deixar o rock em casa, mas o vídeo está bem esgalhado. Será que andaram a espreitar os truques do Bruno Nogueira n’Os Contemporâneos?

Can’t Stop FeelingFranz Ferdinand

Queria ser uma metamorfose ambulante

•Julho 5, 2009 • Deixe um comentário

Ali G borat bruno

Não gosto do humor do Sascha Baron Cohen, mas tenho de admitir-lhe o mérito da extraordinária capacidade metamórfica enquanto artista. Isso e algum sentido satírico perspicaz, infelizmente estragado com a mediocridade com que a maior parte das vezes o faz passar.

Depois de ser o “pimp” suburbano Ali G e o repórter do cazaquistão Borat, o actor britânico prepara-se para estrear o novo alter-ego Bruno, o modelo/repórter de moda homosexual (bicha?). O que muita gente pode não saber é que as passerelles e revistas de moda foram mesmo a primeira paragem profissional do actor depois de deixar a universidade. O filme tem o nome da personagem e deve estrear na próxima semana nas salas nacionais. A ver…vamos?

4th of July

•Julho 5, 2009 • Deixe um comentário

National AnthenJimmy Hendrix

Assim se pode celebrar um 4 de Julho: num serão regado a bom vinho, pão, queijo e azeitonas a ver o Woodstock algures numa casa de pedra numa aldeia da Beira Alta. Sendo que eu era a única sub-30 da sala.

Caramba, como disse ontem, enquanto assistia a um dos meus momentos favoritos que é a desbunda do baterista Michael Shrieve na Soul Sacrifice do Santana – o único momento no tempo em que eu de facto gostava de ter sido (maior de idade e) norte-americana era aquele: Agosto de 1969. Já lá vão 40 anos.

Baile con ella

•Julho 2, 2009 • Deixe um comentário

 «- Hable con ella, a las mujeres les gusta eso.
    – Pero, si está inconsciente.
    - Igual hable. La naturaleza femenina es un misterio»

Começou por ser por Pina Bausch. Mas acabei por rever na íntegra a obra-prima de Pedro Almodóvar. 
Música,  filmagem, história, sugestões…Hable con ella é um quadro pendurado na história do cinema com moldura vermelha e perfume de mulher.

Do Irão

•Julho 2, 2009 • Deixe um comentário

intro1

Os autores iranianos Payman e Sina deram continuidade à Persépolis de Marjane Satrapi e mostram a realidade iraniana no presente em formato banda desenhada. As tiras já concluídas podem ser vistas aqui e descarregadas gratuitamente em versão PDF. Os autores pedem ajuda à comunidade virtual para divulgar do trabalho e aqui fica o meu contributo.

“Nada a esconder”

•Julho 2, 2009 • Deixe um comentário

Levar a transparência muito a peito é o que eu chamo à forma como a Air New Zealand resolveu combater a crise, e até a insegurança durante o voo. A empresa lançou nada mais nada menos do que vídeos nos quais os actores são os próprios funcionários a executar as funções completamente nus, com pinturas corporais em vez dos uniformes. 

Claro que a ousadia já está a bater recordes de visionamentos no youtube. E o mais curioso é que a empresa inclui a campanha no corte das despesas já que a gravação durou apenas um dia e os funcionários não receberam qualquer pagamento adicional. Pudera, vê-se pelo making-off que não parecem foi um dia de trabalho nada chato.

É um mp3? É uma consola? Não! É o E-book!

•Julho 1, 2009 • 2 Comentários

Depois de passar os olhos pela blogosfera e ver trezentas mil referências a esse novo brinquedo/fenómeno chamado Kindle, não posso deixar de confessar a minha estranheza, até preocupação. Os motivos são óbvios. Mas aproveito para partilhar o choque dela em relação a isto:

« Já tenho o meu leitor de ebooks, um BeBook, há quase um ano. Ao fim do segundo dia já não passava sem ele. É leve mas leva 4 GB de livros, revistas e textos – o suficiente para 40 mil horas de leitura furiosa. Só é preciso recarregar a pilha de cinco em cinco dias. Nunca aquece nem pisca.
Como o ecrã é preto sobre cinzento lê-se facilmente à luz do sol mais brilhante. E pode-se ler quanto se quiser sem cansar os olhos. Tudo coisas que os portáteis e os telemóveis não conseguem fazer. O BeBook não serve para nada senão para ler.
É como ler fotocópias a preto e branco em meia página A4. Borra as fotografias, mas o tipo de letra pode-se substituir e aumentar. Não é bonito nem fofo nem cheira a tinta. Mas lê-se muito bem. Só é preciso gostar de ler. Quando se fica minimamente absorto esquece-se o que se tem na mão. E é essa a ideia de ler, ou não? »

Miguel Esteves Cardoso, no Público

Publicidade ou cinema?

•Julho 1, 2009 • Deixe um comentário

A Phillips quis mostrar ao mundo as potencialidades do LCD Cinema 21:9. Para isso antecipou-se o próprio cinema e espicaçou o mundo com este Phillips Carousel, realizado por Adam Berg e a Stink Digital. O teaser não podia ser mais eficiente. O spot vale mais do que centenas de blockbusters que andam por aí juntos: 


Carousel

Onde já vai o Matrix hã?

 

Pina Bausch 1940-2009

•Junho 30, 2009 • Deixe um comentário

Tive o privilégio de ainda a ter visto ao vivo, apesar de não er sido a dançar. Foi o espectáculo “Nefés”, no Centro Cultural de Belém, no ano passado. Nunca vou esquecer a expressão emocionada da minha mãe quando a senhora vem ao palco no final, aquela figura esguia dona do poderoso nome que me habituei a escutar toda a vida como se da Arte em pessoa se tratasse.  Uma gigante perda a de Pina Bausch, bailarina e coreógrafa. Tinha 68 anos. Em baixo fica um dos poucos registos vídeo dela e o fabuloso “Café Muller”: