naked time

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The Factory. A oficina dos sonhos prateados. A fábrica de arte comandada pelo homem que (re)produzia realidade, ícones, rostos e latas de conserva. Beauties and talkies. Era deles que Andy Warhol se rodeava.

Mas quem era o homem que se escondia por trás do ícone? Quem é o artista, criador da pop art, que pintava mil cores, mas vestia (e penteava) sempre branco e negro? Que pensava o homem tímido, frio e sisudo mas que vivia rodeado de amigos e, mais do que ser, dizem que tornava famoso tudo e todos em que tocava?

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(Re)descobrir o cineasta do tempo real, da beleza da realidade e do respirar dos corpos em slow motion como fez em trabalhos como Sleep e Empire. Sentir o pulsar criativo do homem por trás dos Velvet Underground de Lou Reed, que foi alvo de um atentado mas só morreu anos depois, aos 58, vítima de negligência médica.

Hoje Andy Warhol: A Documentary Film, no DocLisboa, arrastou-me às 11h para o cinema S.Jorge. Um filme que só posso classificar como brilhante, com imagens fantásticas – não tivesse o realizador, Ric Burns, utilizado o espólio reservado do Andy Warhol Museum de Pittsburgh -, narração de Laurie Anderson e Jeff Koon. O documentário – de 4 horas – está integrado na série “American Masters”, da PBS.

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About Filipa Queiroz

Jornalista. Nascida em Coimbra, criada em Braga e a viver em Macau.

One comment

  1. e que nascseu na antiga checoslovaquia sabes? somos os maiores nos eslavos! 😛

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