Eu teatro

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«Como fazer uma arte difícil e ao mesmo tempo acessível?»

Roland Barthes, 1965

 

Faço de novo dos meus dias a lupa da e sobre a arte e a cultura neste país. Corrijo, nesta cidade. Lisboa. Capital. Cidades das sete colinas e dos mil palcos onde o teatro infantil encontra o de sombras, o pobre o rico, o drama a comédia. Teatro, muito teatro. E La Féria também. Do auto ao drama, passando pela farsa, monólogo, musical, revista, e não esquecendo a tragédia, afinal foi a original. E grega. Também há o teatro invisível, o teatro de marionetas e o teatro de fantoches. O meu trabalho é apresentar o teatro – um teatro, pelo menos de cada vez-, anunciar, reproduzir, sintetizar. Esse “lugar onde se vai para ver, Aberto ou Comuna, com nome de santo ou rainha e até em forma de Cornucópia. Laboriosos sem excepção uns olham à alma outros à convenção, mas como já dizia Brecht, “na regra, descobrir o abuso”. Seja feita a sua vontade.

 

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About Filipa Queiroz

Jornalista. Nascida em Coimbra, criada em Braga e a viver em Macau.

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