Contemporaneidades incompreendidas

Porquê? Porquê? Porquê? Porquê ????

Apertou-se-me o coração quando li isto. O texto não deixa dúvidas, a fraquíssima audiência d’Os Contemporâneos pode assinar o certificado de óbito de uma das melhores coisas que surgiram ultimamente na televisão portuguesa (para mim a par com Conta-me como foi, na mesma estação). Quem o diz é um dos criadores e protagonistas, Nuno Markl. E porque é este programas de puro entretenimento, divertido, actual, construtivo e até genuína e deliciosamente non-sense, à altura de muito daquilo que se faz lá fora, tão pouco ou mal aceite pelo nosso público? E com o próprio canal com culpa no cartório porque de facto ninguém avisou que Os Contemporâneos íam recomeçar e numa quinta-feira! Tudo bem que não se percebeu muito bem por que raio foram eles de férias quando o programa tinha tão pouco tempo ainda, mas daí a isto acontecer. Felizmente e, lá está, por mero acaso apanhei o episódio, mas isto dá que pensar. Será que é mesmo verdade? Que as pessoas querem mesmo é ver mamas, ouvir palavrões e rir de piadas fáceis? Bom, se até a Rueff preferiu ir fazer vip manicure e figura de ursa para a concorrência…

Em suma, estaremos condenados a tirar o pior proveito da caixinha que mudou o mundo?

Fica mais uma pérola dos tipos que se lembraram de prestar homenagem à aniversariante Bossa Nova, aquele género de música que vem lá dos Brasis e tinha uns tipos que cantavam às miúdas que passavam na ruas…cheias de graça.

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About Filipa Queiroz

Jornalista. Nascida em Coimbra, criada em Braga e a viver em Macau.

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