Da Marmeleira para o mundo

pacheco

«No centro desta sala podia estar um sofá, podia estar uma mesa. Está uma cama. Uma lindíssima cama do século XIX, de espaldar alto e de corpo e meio. É nela que José Pacheco Pereira descansa, quando se distrai com as horas, entusiasmado pelo trabalho, e percebe que já é tarde. Opta por dormir aqui mesmo, na cama que está instalada no seu gabinete de trabalho (e cuja fotografia não autoriza), em vez de percorrer o labirinto de divisões forradas de estantes que o conduzem de novo à casa-mãe da sua propriedade na aldeia da Marmeleira, perto de Rio Maior. É na Marmeleira que desde há cerca de uma década vem instalando a sua biblioteca-arquivo, actualmente com cerca de cem mil títulos, centrada sobretudo na História Contemporânea e Política, mas que vai muito para além disso, porque há também edições do século XVI.»

no Público

Pela primeira vez espreito a imponente casa da qual já ouvido gabar tanto o recheio. E que recheio. Interessante reportagem sobre o espólio de Pacheco Pereira nessa vila à qual reservo cada vez mais afinidades – a bela Marmeleira.

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About Filipa Queiroz

Jornalista. Nascida em Coimbra, criada em Braga e a viver em Macau.

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