Homework

Disseram-me que merecia uma fotografia:

Felicidade1

Felicidade2

Felicidade3

Eu bem a procuro, mas está difícil. A felicidade. É ela e os segredos, que ainda não se deram conta mas já não o são há muito. Ossos do ofício obrigam-me a rodear de livros de auto-ajuda e espiritualidade por estes dias. Há sempre coisas interessantes que se descobrem nestas pesquisas, ou não, mas uma coisa é certa: o tema não se esgota tão facilmente como eu pensava. Estou para lhe dar o ponto final há 3 dias e não há meio.

Quanto mais leio mais percebo que o único grande problema destas coisas são as farsas. Porque de placebos para a alma precisamos todos, mas quando tentam levar os mais frágeis na cantiga…chateia. Isso e as pessoas meterem-se a ler estas coisas sem se aperceberem que muitas das ideias já há séculos, 4 antes do senhor Cristo nascer, Sócrates já as despejava aos discípulos ao pequeno-almoço.

Anyway, será que gritar por ajuda soaria muito irónico?

Hmmm….isto soou-me vagamente familiar…ah!Aí está:

Help! The Beatles

God bless.

Advertisements

About Filipa Queiroz

Jornalista. Nascida em Coimbra, criada em Braga e a viver em Macau.

4 comments

  1. Óptimos textos Victor, e boas sugestões de leitura. Vou tratar de arranjar esse do Gilles. Grazie 🙂

  2. NF

    A felicidade? A felicidade parece-me algo subjectivo e altamente discutivel. Pelo menos aquela felicidade que todos queremos ter. Eu explico. Queremos sempre mais e mais, queremos sempre um bocadinho melhor do que temos, achando que nunca conseguimos… a felicidade.
    A verdade, porém, é que essa felicidade existe, nasce connosco, mas precisamos de a cultivar, quase diariamente. É simples, ou melhor, é quase tão simples quanto isto. Gostarmos de nós, sermos nós próprios, comportarmo-nos em função da nossa consciência e sobretudo fazermos o que realmente queremos. Sem perconceitos, sem receios, sobretudo sem receios…
    Sem receios de arriscar, sem receios dos “castigos” da sociedade, sem receios do que os outros pensam ou dizem…
    Sei lá…
    Sermos nós e fazermos o que queremos desta vida, curta e ao mesmo tempo intensa. O trabalho, o nosso trabalho, é apenas um complemento da nossa vida. Um pequenino fragmento que de algum modo nos dá o certo jeito para viver. Mas nada mais do que isso.
    Quem sou eu para tecer grandes considerações acerca da “Felicidade”, logo eu… um eterno insatisfeito e tão exigente, com os outros, mas sobretudo comigo…
    E é assim que se aprende e se procura aos poucos a “feliciade”, a nossa felicidade…
    Mesmo que por vezes tenhamos de dar umas cabeçadas, bater com o nariz na porta e, lamentavelmente, levarmos a “bela da nega” de vez em quando…
    Pronto, chega de tanto disparate…

    beijo grande
    és linda!
    (com o devido respeito, claro!)

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: