Just can’t get enough

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Ao segundo dia de ressaca, e ainda com dores nas pernas, afirmo com clareza que Depeche Mode no Pavilhão Atlântico foi direitinho para o meu top 10 de concertos favoritos. E é preciso ver que já assisti a (mesmo) muitos.

Começaram um bocado a patinar, com  temas do álbum mais recente e o single “Wrong” gasto logo à cabeça fez estranhar. Mas a partir dos primeiros revivalismos foi sempre em crescendo. E que forma invejável apresentaram os senhores, sobretudo David Grahan, qual borboleta em palco, dentro da sua calça justa e colete pretos. Sensual, cativante, surpreendeu com um desfile até ao centro do Pavilhão na esperadíssima “Enjoy the Silence”.

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E a gente dançava, dançava, ao ritmo sensual da pop electrónica dos senhores que inundavam as pistas de todas as discotecas na década de 80. Até hoje. “Worl in My Eyes”, “Precious” (gravado aqui com particular definição pela minha amiga Laura), “I Feel You”, “It’s no Good”. E a plateia quando não dançava suspirava, como na deliciosa “Home”, cantada por Martin Gore (muito bem registada aqui).

E enfim, como tudo o que é bom acaba e deve acabar em grande, os senhores despediram-se na apoteose com o espectacular “Personal Jesus”. “Reach out and touch faith!”. Amen.

Fotos de Laura Macedo
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About Filipa Queiroz

Jornalista. Nascida em Coimbra, criada em Braga e a viver em Macau.

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