Malásia

Localizado no estreito de Malaca, Penang é nome de Estado mas também de Ilha, também conhecida como “Pérola do Oriente”.

Cedida à Companhia Inglesa das Índias Orientais, deixou de fazer parte do sultanato malaio por volta do século XVIII tal como Singapura e Malaca.

George Town, a capital, é Património Mundial reconhecido pela UNESCO, mas nem por isso está muito estimada. Não sendo propriamente bela, brilha pelo pluralismo étnico e religioso, com maioria étnica chinesa (41.8%) sendo que o resto da população se divide entre malaios (40.3%), indianos (10.8%), e outros.

A religião oficial da Malásia é o islamismo. Mas no centro de George Town é fácil sair de uma mesquita e do outro lado da estrada ter um templo budista ou hindu.

A mais ou menos 1 hora de autocarro de Chinatown, no coração da capital, fica a zona de praias, entre elas Batu Ferringhi (que significa “Pedra Estrangeira” em malaio).

Não sendo um portento, já que podia estar mais estimada e menos poluída (inclusive poluição sonora, culpa das motos aquáticas para distracção do turista endinheirado), a praia é agradável, tranquila e uma temperatura da água do mar perfeitamente inenarrável de tão boa.

Mais à frente na orla costeira fica a vila piscatória de Teluk Bahang. Zona sossegada que vale a pena conhecer de tão genuína.

O Parque Nacional de Penang é o ex-libris da pequena localidade, um parque com imenso potencial mas infelizmente também arruinado pela poluição proveniente do mar e da aparente falta de saneamento.

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Mas detalhes sujos à parte, a paisagem supera o esporádico bafo a esgoto. E a fruta, pelo menos para os apreciadores. A manga é a especialidade, amarela ou verde (a mais doce).

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E na praia, mais uma vez a diferença salta à vista. As mulheres malaias integralmente cobertas com véus negros. As indianas e indianos vestidos dentro do mar. E o ocidental que várias vezes se sente altamente despudorado.

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E apenas a 2 horas de ferry fica a muito mais visitada e bem mais apetecível Ilha de Langkawi. E aqui, limito-me a deixar as fotografias falarem por si.

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O Fim (e uma depressão pós-férias).

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About Filipa Queiroz

Jornalista. Nascida em Coimbra, criada em Braga e a viver em Macau.

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