LaChapelle

e o meu primogénito em solo macaense.

“Corpos desnudos, mãos entrelaçadas, o fim do mundo e um monte de gente despida à procura da Salvação. Miguel Ângelo retratou-o na Capela Sistina do Vaticano, no século XVI, mas o que seria “O Dilúvio” em plena Las Vegas dos tempos que correm? O norte-americano David LaChapelle montou a cena e é ela que abre as portas da retrospectiva da obra do fotógrafo no MOCA. Um “Caesar’s Palace” alagado, placas destruídas da Gucci, Burger King e Starbucks, gente nova e velha, gorda e magra, loira ou tatuada, tenta pendurar-se no poste de electricidade mais próximo para não ser levada pela corrente. Ironia, provocação e surrealismo, são essas as matérias-primas daquele que já foi apelidado de “Fellini da fotografia”, por captar celebridades em cenários absurdos, documentando por um lado a vida de luxo da alta sociedade e, por outro, a decadência da era moderna. Mas já não se fica por aí.

Há dois anos que o pupilo de Andy Warhol está a levar a cabo exposições e palestras em museus de arte pelo mundo fora. O MOCA foi o destino escolhido pelo artista para a primeira paragem na Ásia”

no jornal Ponto Final

Texto na íntegra aqui.

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About Filipa Queiroz

Jornalista. Nascida em Coimbra, criada em Braga e a viver em Macau.

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